O que é pré-diabetes?

Como o título já sugere, este termo é usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. É uma forma ou um estado intermediário entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos irão deixar a condição de pré-diabético para se tornar um […]

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O que é diabetes mellitus

Quando se fala em diabetes queremos referir-nos à diabetes mellitus, em oposição a outro tipo de diabetes que é a diabetes insipidus. A semelhança entre as duas é que existe em ambas poliúria, ou seja, as pessoas urinam mais do que o normal. A diferença é que na diabetes mellitus há glicosúria, ou seja, glicose na urina e na diabetes insipidus não. ⇥ Leia a noticia completa

Como é que se trata a diabetes?

A diabetes trata-se de 2 formas:
- com antidiabéticos orais
- com insulina injectável

Geralmente os diabéticos tipo I têm pouca insulina e por isso têm de tomar insulina injectável desde muito novos, mas pode haver durante algum tempo insulina suficiente de forma que nessa altura ainda não são insulino-dependentes. ⇥ Leia a noticia completa

O que é que acontece a quem tem diabetes?

A glicose em excesso no sangue faz com que se formem agregados deste açúcar que são tóxicos para as células e faz com que as proteínas se liguem também a esses açúcares prejudicando o seu funcionamento normal. Assim vão existir várias complicações a nível de vários órgãos, nomeadamente nos vasos e nos nervos. O diabético tem alterações vasculares no rim e na retina e tem tendência aumentada para a aterosclerose, ou seja, a doença dos vasos que faz com que eles fiquem mais estreitos e dá origem a enfartes de vários órgãos, desde o coração até ao cérebro (AVC isquémico). ⇥ Leia a noticia completa

Tipo II de diabetes

Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior que no tipo 1, que se chama vulgarmente diabetes não-insulino-dependente. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. ⇥ Leia a noticia completa

Tipo I (DM1) de diabetes

Tipo I (DM1), que se chama vulgarmente diabetes insulino-dependente. Na diabetes tipo I, o que acontece é uma falta de insulina, de forma que o funcionamento normal da insulina não acontece. A causa para a falta de insulina é uma lesão nas células do pâncreas que a produzem: as células b dos ilhéus de Langerhans. Geralmente essa lesão dá-se porque o sistema imunitário do indivíduo reage contra essas células, destruindo-as. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide. ⇥ Leia a noticia completa

O que é diabetes?

Diabetes – Processo de intolerância à glicose, que se traduz, convencionalmente, na elevação do “açucar” no sangue e sua presença eventual na urina. Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. ⇥ Leia a noticia completa

Capacidades coordenativo/condicionais

1. Velocidade

 

A velocidade é a capacidade motora que permite a máxima rapidez de execução de um movimento (acção motora) ou de uma série de movimentos.

 

Tem como variantes:

?  Velocidade de reacção ou de resposta a estímulos sensoriais ou volitivos. Pode medir-se tendo em conta o intervalo que decorre entre o estímulo e a resposta motora, a que chamamos «tempo de reacção». A velocidade de reacção pode ser voluntária ou involuntária (“reflexos”).

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O que é capacidade física?

As capacidades físicas indispensáveis para a execução das acções motoras compreendem essencialmente dois tipos: as quantitativas (condicionais) e as qualitativas (coordenativas).

As capacidades condicionais são essencialmente determinadas pelos mecanismos que conduzem à obtenção e transformação de energia, isto é, os processos metabólicos nos músculos e nos sistemas orgânicos. Portanto nelas predomina a condição física. São essencialmente determinadas pelas componentes energéticas, por isso têm carácter quantitativo. São: resistência e força.

Nas capacidades coordenativas predomina a coordenação. Relacionam-se com os processos de controlo do movimento dependentes do sistema nervoso central, por isso têm carácter qualitativo. Estas capacidades “permitem que o atleta consiga dominar de forma segura e económica as acções motoras, tanto em situações previsíveis (estereótipos), como imprevisíveis (adaptação). É através destas capacidades que o atleta consegue aprender relativamente depressa gestos motores, bem como regular eficazmente a tensão muscular no tempo e no espaço”. As suas formas de manifestação são: equilíbrio, observação, controlo motor, reacção motora, antecipação, expressão motora, representação, ritmo, diferenciação cinestésica, coordenação e orientação espacial.

Há ainda quem considere que algumas capacidades dependem das duas dimensões e por isso as designam por coordenativo/condicionais: velocidade, flexibilidade e destreza.

Ao grau de desenvolvimento das capacidades motoras chama-se condição física. Esta pode ser melhorada e desenvolvida através do treino ou preparação física. O seu desenvolvimento é a garantia para a aprendizagem e para a realização eficaz dos movimentos desportivos, pois intervém em maior ou menor grau em todas as actividades físicas, individuais ou colectivas. ⇥ Leia a noticia completa

Treino da flexibilidade com crianças e jovens

Com base nas modificações do desenvolvimento nos diferentes escalões etários no âmbito do aparelho motor activo e passivo, é diferente a forma como a flexibilidade se manifesta nas crianças e nos jovens.

Assim, no escalão etário dos 6 aos 10 anos as crianças apresentam uma boa capacidade de flexão nas articulações coxo-femural e escápulo-umeral, mas há uma tendência para a redução na capacidade de abdução das pernas e na execução à retaguarda dos braços.

Como consequência deverão ser executados exercícios que melhorem estas capacidades. Nas modalidades desportivas que exigem uma elevada capacidade de flexibilidade como por exemplo a ginástica desportiva, rítmica desportiva, etc., podemos iniciar o treino da flexibilidade específica embora o predomínio deva incidir ainda no treino da flexibilidade geral.

No escalão etário dos 10 aos 13 anos é possível continuar a melhorar a flexibilidade desde que treinada com assiduidade e continuidade. Neste escalão etário poder-se-á incrementar o treino da flexibilidade específica.

No escalão etário dos 13 aos 15 anos que corresponde ao período pubertário, verifica-se, por vezes, um crescimento anual muito acentuado o que poderá conduzir a uma redução da capacidade de flexibilidade. O treino da flexibilidade neste escalão etário exige um certo cuidado já que, como consequência do acentuado crescimento, diminui a cargabilidade do aparelho motor passivo, particularmente ao nível da coluna vertebral e das articulações coxo-femural.

Com a entrada na adolescência consolida-se o desenvolvimento do aparelho motor pelo que o treino poderá ser semelhante ao do adulto.

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Caracterização das capacidades motoras

3.1-Capacidades Condicionais

3.2- Resistência

resistência aeróbia- capacidade que está associada ás “performances” prolongadas no tempo, de baixa ou média intensidade. Pressupõe um equilíbrio entre o oxigénio que está a ser necessário para o trabalho muscular e o que está a ser transportado na circulação até ao tecido muscular.

Metabolismo:

     

  • lipídico

  • glicose aeróbia

resistência anaeróbia (aláctica e láctica)- capacidade de realizar esforços de elevada intensidade em curtos espaços de tempo.

Metabolismo:

     

  • Fosfocreatina

  • glicogénio

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